a melhor viagem da minha vida

17 09 2010

Ainda faltam algumas fotos para postar de uma viagem que foi a melhor da minha vida, pelo lugar maravilhoso e acima de tudo pela melhor companhia de viagem que alguém poderia ter.

Este bilhete encontrei entre as páginas do meu livro,  já  no avião voltando para casa.

E por causa disso, pelos belos passeios, belos lugares e pessoas legais que conheci que valeu cada minuto dentro de aviões e em espera em aeroportos.

que venha a próxima.





Ainda em Coromandel Town – Creek Raiway

11 04 2010

Estes detalhes deste lugar curioso merecem ser vistos.

esse lago fica lá em cima no mirante e a placa de aviso é hilária. talvez necessária onde tem turista.

a simpática escultura

criatividade até na hora de montar a floreira

recordações de um tempo hiper produtivo no atelie local

o  maquinista tatuado





Coromandel Town

11 04 2010

A cidade era uma belezinha e o lugar onde ficamos parecia que estavamos dentro de um barco. Bruce, o dono do local, era irmão de Wayne, de Whitianga e foi recomendado pelo irmão a cuidar bem do João e de sua mãe. Ficamos dois dias, pois eu tinha que escrever o release do lançamento do CD do Paulo Braga.

Depois do texto pronto, fomos passear em um lugar curioso, a Driving Creek Raiway & Potteries.  Um pequeno trem sobe a montanha e passeia por 2,6 km de uma estrada cheia de curvas, pela floresta repleta de Kaure Tree até um mirante com uma vista maravilhosa. Mas não é só isso, esta estaçãozinha foi construída pelo engenheiro e ceramista Barry Brickell para coletar argila na montanha. Durante todo o trajeto encontrasse várias esculturas. Com isso o engenheiro ainda criou ali uma área de preservação ambiental.





Cathedral Cove

11 04 2010

Depois de andarmos quilometros chegamos a Cooks Beach para pegarmos o ônibus, mas ele tinha saido do ponto adiantado. A solução era pegar um van.  A estrada era linda, já fiquei imaginando o lugar.

45 minutos de caminhada. Lá Vamos nós.

chegamos

quase do outro lado

Valeu a caminhada de ida e de volta e cada minuto de espera de um ônibus que mais uma vez nos deixou na mão.

Depois de muito tempo de espera, a mesma van que nos trouxe, nos levou para a balsa.

No dia seguinte o João descobriu que tinha perdido o celular na van. Wayne, o dono da casa onde estávamos hospedados, fez seus contatos e fomos buscar o celular que nos foi entregue pelo moço da balsa dentro de um envolope  escrito ” For John Corbett. Enjoy your holiday. Cooks Beach Shutle” .





Whitianga

11 04 2010

Chegamos a Whitianga no final da tarde. Como tínhamos uma indicação de backpacker, estavamos mais tranquilos. Quando chegamos ao local todos os quartos estavam ocupados, mas como o João disse que estava indo com o mãe a gerente já tinha falado com a vizinha, que não era backpacker, mas alugava quartos.

Era uma casa legal, com sala, banheiro, dois quartos e até lavanderia que dividimos com Judy e Bob, uma casal novairquinho que me fez lembrar Darius e Glória. Aposentados eles viajavam pela  Nova Zelândia pela segunda vez.

A dona da casa, que não me lembro o nome,  era super simpática também , daquelas que colocam florzinha na casa.

Na manhã seguinte, montamos nossos sanduiches, mochilas e seguimos para o nosso dia de caminhada pelas praias do local.

e desta praia seguimos para pegar um onibus em Cooks Beach

olha que animador, ainda bem que o tempo estava bonito e nenhum alarme tocou.





O nosso meio de transporte

11 04 2010


Bonitinho e super confortável. Ficou mais barato do que irmos para a Ilha Norte com o carro do João, mas isso se não tivéssemos tido o imprevisto de uma pedra no barabrisa que fez uma trinca que crescia a cada dia. Por não estar incluído no seguro que contratamos, tivemos que arcar com mais 400 dolares e seria bem mais, porque quando fomos devolver  carro em Auckland o gerente da empresa de aluguel  de carro queria que pagássemos 800. Uma dica para quem quiser alugar carro na Nova Zelândia – é importante ler o seguro para ver o que ele cobre e também ficar esperto com os gerentes das lojas das locadoras dos aeroportos, eles são desonestos e arrogantes. E além disso aproveitam a nossa pressa por causa do horário do voo.





Whaihi Beach

11 04 2010

Acordamos cedo em Tauranga e seguimos viagem. O tempo estava quente e queriamos aproveitar as belas praias que tínhamos pela frente. Mas quando estávamos na altura de Waihi Beach o trânsito estava parado. Um acidente grave na pista nos impedia de continuar. Resolvemos esperar na praia até que pudessemos seguir em frente.





Seguindo em frente

11 04 2010

A minha proposta era escrever todos os dias durante a viagem. Mas há um pequeno detalhe entre querer e poder. Nem todos os locais onde nos aportávamos tinha internet. E também a medida que subíamos a ilha norte as praias eram cada vez mais lindas e o clima mais agradável, por conta disso passávamos o dia todo fora de “casa” – bom sinal.

Seguimos de Rotorua para Tauranga uma cidade  que tem muitos brasileiros. Paramos em um supermercado para comprar algo para comer e pesquisar um lugar legal para dormirmos e já encontramos um brasileiro que era repositor. O backpacker encontrado não foi lá o melhor, mas serviu para descansar e me desintoxicar do enxofre de Rotorua.

Dividimos o quarto com um casal inglês muito educado e simpático. João preparou uma bela posta de atum selado com uma salada deliciosa. O prato ficou tão bonito que o foi até elogiado pelo gerente do backpacker , que os disse que era a primeira vez que ele tinha visto um jantar tão bem feito por lá. As pessoas que lá se hospedam, em maioria jovens, são mais práticos e atacam de nugetts ou miojos mesmo.





Os jardins de Rotorua

28 02 2010

O calor nos fez passear pelos jardins de Rotorua antes de seguir viagem. Não estava me sentindo muito bem. O ar parecia pesado, pensei que fosse por conta de termos acordado cedo, percorrido alguns km e ainda termos caminhado pelo parque embaixo de um sol forte. Mas que nada, descobri que o enxofre me deu um tipo de alergia que além de me deixar com vontade de chorar de tão pesada que eu me sentia, ainda inchou o meu rosto. Uma pena, porque nem os belos jardins fizeram com que meu humor melhorasse.

Os jardins de Rotorua são encantadores, tanto que as japonesas se sentem como se estivessem em uma sessão de fotos para alguma revista femina.





Cidade que tem cheiro de pum

28 02 2010

Minha amiga Claudia Pacce, que mora na NZ, já tinha me falado que a cidade de Rotorua tinha cheiro de pum. Por estar localizada em terras vulcanicas o enxofre contamina o ar com seu cheiro tão peculiar.

A cidade de Rotorua é muito simpática e curiosa por nela estar o Tea Puia, um parque onde se conhece bastante da cultura Moari. Acompanhamos um ritual de dança e o famoso haka – mas que eu gosto mais quando os All Blacks fazem a cerimônia antes de começar o show.

entrada do Te Puia

O Haka

Embaixo do Totem dando uma de Myrian

Olha que fofas !! fazendo um lanche no Te Puia.

No parque também pude ver um kiwi de verdade.

O pássaro noturno está em extinção, para conhece-lo agora, só em cativeiro mesmo. Diferente do que pensava, ele é  um pouco  maior que uma galinha. Sempre achei que fosse menor.








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